Sete cidades escolhem novos prefeitos durante o segundo turno

Sete municípios terão eleições suplementares em 25 de outubro de 2026 para escolher prefeitos e vice-prefeitos. A votação ocorrerá durante o segundo turno das eleições gerais, segundo informações do Tribunal Superior Eleitoral (TSE).

As novas disputas foram convocadas após decisões da Justiça Eleitoral que cassaram prefeitos eleitos anteriormente ou deixaram os cargos vagos. Os representantes escolhidos cumprirão mandato até o fim de 2028.

As cidades são Arroio do Sal, no Rio Grande do Sul; Santana do Itararé, no Paraná; Macedônia, Martinópolis e Narandiba, em São Paulo; Itaguaí, no Rio de Janeiro; e Goiatins, no Tocantins.

eleições suplementares municipais

Bruney Brum, secretário judiciário do TSE, explicou a origem das novas eleições, e a jornalista Paula Oda, do Senado Verifica, tratou de orientações aos eleitores. A cobertura também aborda a votação para cargos das eleições gerais e as diferenças na sequência da urna entre os municípios.

Decisões judiciais motivaram novas eleições em sete municípios

Bruney Brum, secretário judiciário do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), explicou que as eleições suplementares municipais são uma situação excepcional, decorrente de decisões judiciais que deixam vago o cargo de prefeito. Segundo ele, em geral, as cassações ocorreram após a identificação de abuso nas eleições passadas.



Com a cassação do mandato, a prefeitura fica sem o representante eleito para o cargo, e a Justiça Eleitoral convoca uma nova votação para preenchê-lo. Brum explicou que essa é a razão para os eleitores voltarem às urnas nos municípios envolvidos.

O secretário do TSE relacionou, portanto, as novas disputas às decisões sobre as eleições anteriores, e não a uma escolha ordinária do calendário municipal. A votação suplementar serve para definir quem ocupará a prefeitura após a cassação.

Horários, sequência da urna e orientações para votar

Nas cidades com eleições suplementares, as seções funcionarão das 8h às 17h, pelo horário de Brasília. Em seis municípios, a urna registrará primeiro o voto para presidente da República e, em seguida, o voto para prefeito.

Em Goiatins, a ordem será diferente porque houve segundo turno na disputa pelo governo estadual: o eleitor votará primeiro para governador, depois para presidente e, por último, para prefeito. Para cada cargo, será necessário digitar dois números na urna.

Paula Oda, jornalista do Senado Verifica, orientou que o eleitor leve um documento oficial com foto; o e-Título pode ser usado se apresentar fotografia, enquanto o título de eleitor não é obrigatório. Quem não votou no primeiro turno também pode participar do segundo, desde que esteja em situação regular com a Justiça Eleitoral.



Deixe um comentário